terça-feira, 22 de março de 2016

TAXONOMIA


TAXONOMIA

     As regras de classificação dos seres vivos foram primeiramente implantadas por Aristóteles, que os classificou em Reinos: VEGETAL, MINERAL e ANIMAL. No reino animal havia subclassificações. Os animais Aquáticos viviam na água do nascimento até a morte, assim como os Terrestres. Porém, os Aéreos nasciam na terra, passavam a maior parte da vida no ar e voltavam para terra para morrer. Os critérios eram, portanto, a locomoção e a alimentação.
     Teofrasto dividiu os vegetais em outras três subclassificações: Ervas, Arbustos e Árvores. Esses eram classificados pelo porte.
     Mais tardiamente, em 1735, Carl von Linée (LINEU) "criou" a taxonomia, e estabeleceu critérios básicos para a classificação de todos os seres vivos da terra. Ele os ordena em categorias hierárquicas: REINO > CLASSE > ORDEM > GÊNERO > ESPÉCIE. A nomenclatura é feita em um sistema binominal, ou seja, há dois nomes, sendo o primeiro o epíteto genérico (sempre em letra maiúscula) e, o segundo, o epíteto específico (sempre em letra minúscula). Tais nomes devem ser escritos em latim. Se manuscritos, devem ser sublinhados, e se escritos no computador, devem estar em itálico.

     Exemplo: Canis familiaris (cão doméstico): Gênero Canis e espécie Canis familiaris.
     Os nomes científicos servem para facilitar a comunicação mundial, pois todos os animais passaram a ter o mesmo nome em diferentes regiões do mundo.

     Hoje já há um aperfeiçoamento dessas classificações, com outras categorias, e há códigos de nomenclatura internacionais que regulam a classificação. Juntando-se as novas categorias, temos a seguinte ordem: REINO > FILO (para animais) ou DIVISÃO (para as plantas) > CLASSE > ORDEM > FAMÍLIA > GÊNERO > ESPÉCIE.
     Há, algumas vezes, um subgênero, que deve ser escrito logo depois do gênero, entre parênteses, com letra maiúscula. Exemplo: Anopheles (Nyssurhynchus) darlingi, que é um tipo de mosquito. No caso de subespécie, deve ser escrita no final, com letra minúscula. Exemplo: Rhea americana alba, que é uma ema branca.



 
  Fonte: http://www.notapositiva.com/resumos/biologia/sistclassific.htm

domingo, 14 de outubro de 2012

Angiospermas (MAGNOLIOPHYTAS)

São as flores.

  • Presença de flor e fruto;
  • Variados tipos de folhas;
  • Raízes:
  1. Fasciculados: raiz curta e entrelaçada;
  2. Axiais: raiz longa, contínua em relação ao caule e com ramos ao longo da raiz;
  • Classes:
  1. EUDICOTILEDÔNEAS (DICOTILEDÔNEAS):  feijão, soja, amendoim,...
  2. MONOCOTILEDÔNEAS: trigo, arroz, milho,...
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/48/Magnolia_%C3%97_soulangeana_blossom.jpg/220px-Magnolia_%C3%97_soulangeana_blossom.jpg

Gimnospermas

São os pinheiros, que têm semente nua.

  • Sementes;
  • Estróbilos - órgãos reprodutivos;
  • Independência da água para a reprodução;
  • Classes:
  1. Coniferofitas: pinheiros e ciprestes,
  2. Ginkgofitas: Gynkgo biloba;
  3. Cycadofitas: Cycas sp.
  • Reprodução:
  1. A oosfera é produzida no Megaesporófilo;
  2. O pólen é produzido no Microesporófilo;
  3. O pólen voa até a oosfera e produz a semente, que vai originar uma nova planta.
Grão de pólen

http://www.klickeducacao.com.br/Klick_Portal/Enciclopedia/images/Gi/2254/884.jpg





Pteridófitas

São as samambaias.

  • Surgimento de tecidos:
  1. Meristema: crescimento;
  2. Esclerênquima: sustentação;
  3. Parênquima: preenchimento;
  • Surgimento dos vasos condutores de seiva:
  1. Xilema: sobe;
  2. Floema: desce;
  • Surgimento de órgãos especializados:
  1. Raiz: fixação e absorção;
  2. Caule: sustentação e transporte;
  3. Folha: fotossíntese;
  • Reprodução:
  1. Esporos germinam;
  2. Formam um gametófito hermafrodita cordiforme;
  3. O gametófito forma um prótalo - lugar onde ficam o Arquegônio e o Anterídio;
  4. O prótalo forma um esporófito jovem que forma o esporófito adultos;
  5. No esporófito adulto há soros que produzem os esporos.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiG58xxBXbNbrYnEY4TUpx3APmQyAXM9TZDXr102gUInGFfPc-Gev1T2W9tDnUes6b5DKz7q4ptR43thIdHk1i9lKLi1nNnVB5uor7vCFYMVORz7i_Fb7M37W-XqEXM5DN0gYRsstwWfrs/s1600/pteridofitas4.jpg

Briófitas

As briófitas são os musgos, hepáticas e antóceros.

  1. Não têm tecidos verdadeiros, por isso não alcançam grandes tamanhos;
  2. Necessitam de H²O para a reprodução pois o anterozóide é flagelado;
  3. Não possuem vasos condutores de seiva;
  4. Matrotrofia: Desenvolvimento do embrião dentro do gametófito;
  5. Embrião pluricelular sem cavidades.

http://www.not1.xpg.com.br/wp-content/uploads/2010/09/plantas-sem-sementes-musgos.jpg
A geração duradoura é a gametofítica.

Metáfita

São todas as plantas que conhecemos, lembrando que algas não são plantas, e sim protozoários.

  • Eucariotos multicelulares;
  • Apresentam clorofila A e B 
  1. Cloro => chloros => verde / Fila => phylon => folha;
  2. Clorofila é um pigmento verde encontrado nos Cloroplastos;
  • Autotrófico fotossintetizante;
  • Metagênese ou alternância de gerações:
  1. Esporos germinam;
  2. Formam gametófitos: M=anterídio / F=arquegônio;
  3. O anterídio forma o anterozoide e o arquegônio forma a oosfera, que se fundem formando o zigoto;
  4. O zigoto forma o esporófito, que produz os esporos;
  • Todas as plantas terrestres originaram-se de uma evolução das algas marinhas;
  • Matrotrofia: Desenvolvimento do embrião dentro do gametófito;
  • Embrião pluricelular sem cavidades.

domingo, 2 de setembro de 2012

Mamíferos


  • Glândulas mamárias - leite:
  1. Proteínas, sais e hormônios para o bebê;
  2. Água;
  • Pelos na pele;
Pelo na pele de mamíferos e glândula sebácea.
Por: Artur Dadda
  • Tegumento (epitélio glandular):
  1. Glândulas - sebáceas, sudoríparas, odoríferas (ácido caprílico - reconhecimento e demarcação de território) e mamárias;
  2. Pele - proteção;
  3. Pelos - proteção e manutenção da temperatura.
  • Vocalização - comunicação e demarcação territorial.

MAMMALIA:
  1. Prototéria - ornitorrinco e equidna;
  2. Metatéria - cangurus e gambás;
  3. Eutéria - demais mamíferos.